Terminal Gás Sul (TGS) tem Registro de Instalação autorizado pela ANTAQ

A Golar, empresa dedicada ao desenvolvimento de projetos integrados de terminais de regaseificação de GNL e geração de energia, acaba de obter seu Registro de Instalação pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). A decisão foi proferida pelo diretor-geral da entidade, Dr. Mario Póvia, que julgou procedentes as argumentações da empresa e suficientes todas as documentações apresentadas ao longo do processo na Agência. Com a devida autorização emitida, o Terminal Gás Sul (TGS) está apto a seguir adiante na obtenção de contrato de cessão onerosa do espaço aquático a ser celebrado junto à Secretaria do Patrimônio da União – SPU.

A resolução Nº 6.602, de 18 de dezembro de 2018, foi publicada no DOU em 19/12/2018 | Edição: 243 | Seção: 1 | Página: 188.

Vale ressaltar que o empreendimento Terminal Gás Sul – TGS está em fase final no processo para obtenção da Licença Ambiental Prévia (LAP), atualmente no aguardo apenas do Parecer Técnico do IMA (ex-FATMA). Durante esse processo, que vem acontecendo ao longo de 2018, a Golar Power realizou três audiências públicas, conforme exigência da órgão ambiental, nas cidades de São Francisco do Sul, Garuva e Itapoá. Em todas elas, com bastante adesão da sociedade, houve amplo espaço para apresentação do Projeto, esclarecimentos gerais em torno da operação do Terminal e muito diálogo com as entidades e associações representativas, ambientalistas e, principalmente, com lideranças comunitárias, que puderam apresentar suas dúvidas e expectativas com a chegada do TGS.

Sobre o projeto TGS

A Unidade Flutuante de Regaseificação de Gás Natural deverá ser instalada na Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul (SC), na região do Sumidouro, a 300 metros da costa. Conhecida como FSRU (Floating Storage and regasification Unit), a unidade terá capacidade de fornecer 15 milhões de metros cúbicos do combustível por dia para fomentar o desenvolvimento de indústrias locais, como a de cerâmica, de metal-mecânica e de vidro, além de suprir a demanda de termelétricas nas regiões próximas ao empreendimento.

A solução é ambientalmente sustentável e aumentará a segurança energética do Sul do País, após o término de parte dos contratos do gasoduto Brasil-Bolívia, em 2019.

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