O Terminal Gás Sul vai gerar 22 empregos diretos para brasileiros. O trabalho em uma FSRU exige conhecimentos técnicos muitos específicos, portanto serão contratadas pessoas especializadas para garantir a segurança e eficiência da operação.

O TGS deve gerar renda e empregos indiretos para cerca de 400 pessoas, na prestação de serviços associados, como logística e alimentação. Além disso, a partir da maior oferta de gás natural para a região Sul do País, o empreendimento vai propiciar a abertura de novas vagas na indústria.

Durante a instalação do TGS, deverão ser arrecadados R$ 4 milhões de ISS por ano para o município de São Francisco do Sul.

O gás natural é mais leve que o ar, por isso dissipa-se rapidamente na atmosfera. Mesmo assim, o TGS contará com os sistemas mais avançados no que se refere prevenção e detecção de vazamentos, além de uma tripulação altamente especializada e treinada para lidar com toda e qualquer situação operacional e de emergência.

Não. Para haver uma explosão é necessário o tripé oxigênio + combustível + faísca. Nos tanques da FSRU não há presença de oxigênio nem de faísca. Além disso, o gás natural (metano) possui um restrito limite de inflamabilidade. Apesar destes fatores químicos e físicos, para garantir o máximo de segurança à tripulação e à população local, manteremos um rebocador em stand-by junto à Instalação de Regaseificação sempre que houver navio metaneiro atracado a contrabordo do TGS. Essa medida proverá redundância na assistência imediata, já que ambas embarcações possuem sistemas próprios de combate a incêndio.

Não será necessário construir uma FSRU. A Golar utilizará uma embarcação já existente em sua frota.

Não haverá ruídos que possam ser detectados no entorno da plataforma.
Não haverá impacto negativo para a atividade pesqueira na região.
Não. A instalação do terminal está distante da região onde o esporte é praticado na Baía da Babitonga. Estudos prévios também já confirmaram que não haverá impacto na formação da onda do Sumidouro.

Não. O TGS, inclusive, contribuirá para a preservação do mangue, na medida em que limita a aproximação de embarcações e impede a construção de empreendimentos em seu entorno. Há ainda a intenção da Golar contribuir, proativamente, para a conservação desse ecossistema

A embarcação não fará qualquer descarte de resíduo no mar. O descarte dos resíduos operacionais atenderá rigorosamente a legislação ambiental, que prevê que eles sejam levados para locais adequados em terra. Também serão seguidas as normas de descarte de óleos e lubrificantes e efluentes sanitários, bem como a gestão adequada da água de lastro, de acordo com os padrões estabelecidos pela IMO (International Maritime Organization) e órgãos ambientais reguladores e fiscalizadores.